Método médico-pericial
A conclusão forte não repete o CID. Ela explica a incapacidade.
O laudo precisa responder, com linguagem técnica e clara, como a doença ou sequela interfere na função, no trabalho e na vida diária. Esse é o eixo da copy e do produto.
01
Diagnóstico conectado à limitação funcionalDor, força, mobilidade, marcha, permanência em pé, carga de peso e demais repercussões práticas.
02
Impacto na profissão do clienteA mesma doença tem peso diferente para pedreiro, motorista, doméstica, auxiliar administrativo ou trabalhador rural.
03
Atividades da vida diáriaAutonomia, deslocamento, higiene, tarefas domésticas, convivência e participação social entram na análise.
04
Tratamentos e documentos coerentesCirurgias, fisioterapia, medicamentos, exames, prontuários, CAT e reabilitação são organizados em uma linha lógica.
05
Prognóstico e temporalidadeA conclusão esclarece se o quadro é temporário, permanente, progressivo, estabilizado ou passível de recuperação.
06
Nexo causal quando houver acidenteO evento traumático é relacionado às sequelas atuais e ao grau de redução funcional possível de estimar.